O QUE É ESPERANTO?



O Esperanto é uma língua diferente, que não pertence a nenhum povo, pátria, raça ou religião. A ideia-base foi lançada pelo polonês Dr. Lázaro Zamenhof, em 1887, e, desde então, o projeto de língua planejada transformou-se em uma língua viva, com cultura própria e até mesmo com falantes nativos.


A principal proposta do Esperanto é a de que cada povo continue a falar sua própria língua materna e possa, conjuntamente, fazer uso de um idioma neutro nas comunicações internacionais. Promovendo, assim, a igualdade entre os povos.


O Esperanto não pertence a nenhuma nação, o Esperanto é de todos. 



Gente igual a mim e a você, que consegue se comunicar, em pé de igualdade, com gente de qualquer outra parte do mundo. 


O Esperanto pode ser aprendido mais rápido e fácil que outras línguas, bastando apenas cerca de um ano de estudo para que possa se comunicar em excelente nível.​ Ou seja, você investe muito menos tempo, dinheiro e cérebro para conseguir acesso a uma diversidade de pessoas que nenhuma outra língua vai te proporcionar.


Por que isso? Porque teve suas bases pensadas, regras gramaticais definidas, palavras simplificadas e fonética facilitada.

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Apesar de seus mais de 120 anos de existência, muitas pessoas se perguntam o que vem a ser o Esperanto. Aquelas que já ouviram falar geralmente tem ideias preconcebidas que, na maior parte das vezes, não condizem com a realidade. 


Hoje, o Esperanto é, acima de tudo, uma língua viva. É um instrumento de comunicação entre pessoas, com história, cultura e evolução, usado diariamente para o tratamento dos mais diversos assuntos e por uma comunidade ativa e consideravelmente grande. 


Aí, você deve estar se perguntando: “Se é tão bom assim, por que é que eu nunca ouvi falar?” Ora, amigo, ensinar idiomas é uma indústria que gera fortunas para muita gente em alguns poucos países. Pessoas que preferem que você passe oito ou dez anos se esforçando – e pagando caro! - para aprender uma língua que vai te abrir apenas a porta do(s) país(es) onde é falada. Outra coisa: língua é poder! E as nações mais poderosas “vendem” a ideia de que, falando seu idioma, você também vai ter esse poder.